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Expresso: “Espelho meu, espelho meu: será que toda a gente quer o mesmo que eu?”

Na edição de fecho do ano, o Jornal Expresso lançou um artigo dedicado às Tendências C 2016, dando especial destaque às «Novas Rotinas de Autoestima» e ao «Valor de Ser Português».

“Todos os anos seguimos as tendências que o mundo nos impõe e nem damos por elas. Comecemos pelo individualismo, pelo domínio técnico e pelo autocontrolo. Tratam-se das «Novas Rotinas de Autoestima»,identificadas no último ano e que este ano voltam a ser analisadas. A sociedade está cada vez mais estetizada, e a tendência não se resume ao consumo. A estética está cada vez mais ligada ao nosso corpo.

No último número do estudo “Tendências de Mudança do Consumidor”, lançado pelo The Consumer Intelligence Lab (C-Lab), torna-se perceptível que… estamos a caminhar para um tempo marcado pela ditadura do corpo.

Depois de uma época em que as principais despesas pessoais estavam ligadas ao vestuário, à cosmética e ao cabeleireiro, chegou a vez de novos produtos tomarem a dianteira… estão em voga os consumos relacionados com a manutenção da boa forma física, com o combate ao envelhecimento e com a alimentação saudável… para se conseguir atingir ou manter uma boa aparência.

37% dos inquiridos sentem que hoje em dia dão mais atenção à aparência física, e 56% fazem-no porque é uma coisa que os faz sentir bem.

As redes sociais vão continuar a desempenhar um papel central na construção deste «eu» em constante mudança, com especial enfoque para o tema da selfie, que apela a uma maior consciência da aparência individual e eleva a fasquia da imagem a projectar.

Embora pareça, não é apenas o umbigo de cada um que importa, e a consicência do valor de ser português também se está a alterar. Hoje, e depois de vários anos de recessão económica… olhamos de forma distinta para o nosso país. Agora estamos a olhar para nós como os estrangeiros nos olham…

Bastou um ano para que a percentagem de pessoas que se identificam com a expressão «Sinto que hoje em dia dou mais valor a determinadas coisas no meu país a que dantes não ligava muito» aumentasse consideravelmente.”

Ver artigo completo em: expresso.sapo.pt

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